17.10.10

Farturas ( em outros tempos)


A segunda guerra Mundial tinha acabado, e estávamos em plena época de Festas Populares. Em qualquer aldeia aos fins de semana era normal uma Banda Filarmónica tocar no coreto. As comissões das festas contratavam aquelas para abrilhantar as solenidades, já que na maior parte dos casos o profano estavam de mãos dadas com a religião.
A minha aldeia naquela época, tinha somente duas ruas e três travessas, a luz eléctrica tinha acabado de chegar, a água canalizada resumia-se a dois ou três poços, tirada com um balde de zinco pendurado numa corda e roldana, e os esgotos... eram os campos, que tinham a sorte de serem fertilizados pelo método biológico.
E como na terra não se constrói, mas tudo se transforma, comia-se hortaliça de primeira, a fruta da época era da região, recordando entre elas, com saudade, a suculenta maça "roscadinha".
Os festejos duravam cinco dias, começando na sexta-feira ao fim do dia e terminando às vinte e quatro horas de terça-feira.
A miudagem rejubilava com todo o movimento que antecedia os festejos, os pais preparavam os trajes que a família ia estrear naquelas datas. Fatinho novo, estreava-se pelo Natal, Páscoa ou em dias dos festejos locais.
Acabo de dar a imagem da minha aldeia, que não era diferente de todas as outras limítrofes, e isto frente à capital do império, separada apenas pelo mar da palha. Não vou deixar passar a oportunidade de fazer referência, que tinha escola primária, onde toda a "maltinha" de bibe branco se apresentava para aprender as primeiras letras, e a professora não necessitava de mandar recados aos pais fazendo queixa dos filhos, porque tinha sobre a sua secretária uma régua castanha com 5 buracos, a quem todos tinham imenso respeito.
Os feirantes escolhiam os lugares mais estratégicos para explorarem os seus negócios, ficando sempre no mesmo sítio a grande barraca das farturas, por debaixo de uma enorme espinhosa que existia na rua principal da aldeia.
O Alexandre... com dez anos, mas já calmeirão, residente numa a quinta das proximidades, «teso que nem em barrote» passou alguns anos de festas sem conseguir provar o gosto de uma fartura
polvilhada de açúcar e canela. Naquele ano tratou de arranjar uma estratégia, onde, mesmo não comendo, pelo menos o nariz apreciava refinadamente o cheiro da fritura daquele doce. Com tempo, tratou de retirar os espinhos de uma pernada da árvore e durante o período em que o pasteleiro orgulhoso e cheio de vaidade as fritava, naquela frigideira enorme e com dois pauzinhos as mexia e as virava, deitava-se em cima da pernada da árvore e passava horas naquela posição, com a água a escorrer da boca. Metia dó, ver aquela cena. Até que um dia a cabeça do Alexandre pensou "Cabecinha pensadou...ra", pensou e resolveu roubar uma fartura para ao menos satisfazer o seu grande desejo.
Enrola no seu braço direito um montão de jornais, atados com um cordel e quando o pasteleiro levanta as farturas com os dois pauzinhos para as escorrer do azeite, vem de corrida, enfia o braço na argola e foge a quatro pés. Evidentemente que o roubado desata a gritar, mas o Alexandre levava asas nos pés. (e ainda não estava inventado o Red Bull). Coitado, não consegui satisfazer os seus intentos, é que a massa partia-se e vai caindo pelo chão, não obstante ele na corrida ir a rodar com o braço, para não se queimar e tentar aproveitar alguma coisa.
Durante o resto dos festejos, o Alex não pode aparecer na aldeia, até ao dia em que a barraca foi levantada e partiu para outra festa em outra localidade.

52 comentários:

Laura disse...

Ó Zézito ao menos provou, soube a pouco, queimou as mãos no quente da fritura, mas, arriscou a vida, podia cair em cima da frigideira enorme...

Só me lembro das farturas que comi em Luanda, a senhora fazia em casa e levava uma cesta à cabeça, farturassssssssssssss eu andava a aprender costura e compravamos poe cinco tostões e uma bem grande, quentinha e que bem que sabia.





Nós bem te vimos num jeep com o Kim a proteger as miúdas do lobo mau, mas nem a merenda vos demos ahhhhhh.. (o Kim ia falar contigo sobre o tal do almoço!)

Beijinho da laura

São disse...

Uma das coisas mais tristes é ver alguém querer comer, nem que seja só para matar a gulodice, e não poder por falta de dinheiro.

A fome e o medo são indignos ,não deveriam existir nem sequer entre os animais.

<um bom domingo, Amigo meu.

Zé do Cão disse...

Laurinha

Se ele caísse ainda ficava pior do que o João Ratão.
Cozido e frito no azeite do caldeirão.

jiunhos

Zé do Cão disse...

São

Por aquelas épocas, só poucos tinham "vintens".
Reconheço que era um felizardo, fruto das quintas que meu pai tinha, mas os "cartos" também não existiam no meu bolso.
A maltinha, gozava e divertia-se mesmo sem os "tustos".
Eu tenho já há muitos anos, também residência em "nuestros hermanos" (?) e recentemente foi a Pontevedra fazer a sua renovação e mais a alteração de mudança de "cortiço". A "Dona" ficou para trás a ver uma montras e eu ligeiro ia tratando das coisas. Pelo caminho, apareceu-me um homem novo que me abordou da seguinte maneira. Desculpe-me, eu não lhe venho pedir dinheiro, peço-lhe só que me pague um vazo de leche com pan.
Paguei e tive de esperar pela "Dona", fiquei teso e não podia tratar da papelada.
São. Onde vamos parar, com os vendedores de "charlatices".

Quem tem coragem para ao empurrão e à força fazer um governo de salvação nacional?
Que o fim do dia nos traga alguma felicidade

Laura disse...

Governo de Salvação nacional para salvas os pobres ou continuar a salvar ricos? foi no que deu, todos tiveram e continuam a ter tachos..e os pobres cada evz pior...

E naquele tempo não tinhas escudos no bolso mas podias pedir à Mãe Júlia um tiquinho para pagar a fartura ao amigo...oh, tadinho.

Ficaste sem euros para a papelada por dar um vaso de leche (copo de leite e um pão ao homem) de certeza que Deus te recompensará!...

Beijinhos.

entra no blogue do Moa, tem lá as fotos da nina mais a zezinha parisiense. laura

Zé do Cão disse...

Laurinha
Temos que lutar e só dessa maneira conseguiremos a salvação.
Não tentar outros é puro disparate com estes não vamos a lado nenhum.
Já estou como o Tiririca, pior do que está não fica.
vou já lá
bj.

São disse...

Não sei, meu querido amigo, não sei!
E o que me espanta é a insensibilidade de certas criaturas que não se importam de matar para encherem os bolsos de dinheiro e mais dinheiro!

Mas tenho a certeza da lei de causa -efeito e de que acabarão por pagar as malfeitorias que estão fazendo!


Um abraço bem grande, Amigo!

Zé do Cão disse...

São

Pagariam sim, se...
Mas como nada acontecesse, riem-se ainda da malta. Maria da Fonte, Padeira de Aljubarrota, porque se esquecem de nós?
abraço

Kim disse...

Oh Zezito! Como os tempos eram diferentes!!!
Ainda bem que mudaram pois "as falhas para os abonos" eram mais que muitas. por isso mesmo é que as coisas tinham outro sabor. Quando temos tudo à farta nem sequer nos apercebemos dessa benção.
Lembro-me que uma das minhas paixões era poder comprar um pacote de bolacha bauninha e uma Laranjina C. Sabia-me divinalmente porque não sabia quando voltaria a repetir a dose.
Grande abraço amigo

ONG ALERTA disse...

Cada um deve fazer o melhor que conseguir...
Obrigada por seu carinho eu sou a mãe da Alessandra...
Um abraço Lisette.

Laura disse...

Kim; bolachas de baunilha (tipo galhetas?) e a laranjina, olha, sabes que mais? sabia tudo melhor que agora, pelo menos a Laranjina, do que te foste lembrar!

Abraço ao zézito e a ti da dolce laura

paulofski disse...

E muito sorrateiro venho cá eu meter a mão nesta fartura de boa disposição e no aroma doce que por aqui paira.

Sabe-se lá se com um simples e humilde pedido, Alexandre não andaria tão ougado por farturas ao ponto de as roubar, ainda por cima sem o polvilho de açucar e canela!?

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Docãoamigo

Não estamos em tempo de farturas, bem pelo contrário. Estamos em tempo de aperturas - de cinto.

Mas, também recordo as farturas da Feira Popular, ali a Palhavã. Ia lá com os meus Pais e irmãos e era certo e seguro: farturas e algodão doce. E na Feira das Cebolas, em Portalegro. E na Feira de São Martinho no Vale de Santarém. E, e, e.

Este Alex não ganhou para o susto, nem ganhou as farturas. Há dias em que um homem não deve sair de casa, sobretudo à noite...

Abs

Zé do Cão disse...

Kim

com as tuas recordações lembra-me as "tablets" com recheio de baunilha, laranja etc.Era doido por elas.
No entanto nos bailaricos fugia delas no acto das "Damas ao Bufet", safa, iam-me ao bolso à brava.
E um convívio pelo S. Martinho? Que dizes?
era uma FARTURA, não?
Um abraço

Zé do Cão disse...

Bem vinda ao meu cantinho.
Tenho seguido com atenção o blogue.
Assuntos pertinentes e bem observados.
Lá fui ao tal convívio em 16/X e adorei.

abração forte

Zé do Cão disse...

Laurinha, minha amiga

Aticei o Kim sobre um convívio pelo S. Martinho.
Porque não em PALMELA, Visita à região dos 3 castelos, Quinta do Anjo com os seus vinhedos,Pão e Queijo

Abraços e bj "nina"

Zé do Cão disse...

Paulofski
Efectivamente tem razão. Afinal a fartura era uma fartura em quantidade, mas sem o polvilho do açúcar e canela.
Quanto ao «roubar» em vez de pedir, naquela época a raia miúda era enxotada como se fazem às moscas. E as perspectivas era deminutas.

Um abraço

Zé do Cão disse...

Antunes
Em primeiro um abraço
Meu amigo, apertar o cinto? Eu já nem o cinto. estou anestesiado com esta cegada.
Deus queira que não rebente a necessidade de roubar, não a fartura, mas o pão de cada dia.
Tenho esse medo
renovo o abraço

Nilce disse...

Adoro estas lembranças, Zé. Ou seria Alexandre? kkkkkk
quanta coisa boa temos a recordar dos tempos de infância. E você sabe fazer muito bem.
Gostei muito.

Bjs no coração!

Nilce

Maria disse...

Que saudades das farturas antigas!
Sinto o cheiro a fritos, canela e açucar. Sinto-as a desfazer na boca.
Mas falar em farturas no tempo de faltas, é mais triste que lembrá-las.
Beijinho
Maria

Zé do Cão disse...

Nilce
Claro que era Alexandre. Alex é um miminho para quem amigo toda a vida.

Isto são coisas que acontecem em todos os lados e a palavra roubar não se pode aplicar aqui, mas sim coisas da juventude.

jokas

Zé do Cão disse...

Maria
Tenho saudades desses tempos, isso tenho.
Já pensas-te o Alex, com o braço cheio de jornais vir de corrida estender o braço e levar a argola das farturas: evidentemente aquilo não se aguentou e conforme corria caia tudo para o chão. Foi um crime inglório, o pasteleiro devia dar-lhe meia dúzia das ditas, mas com o açúcar e a canela.


bj, minha amiga

Mariazita disse...

Amigo Zé
Claro que, se olhar ao as pecto moralista... não posso apoiar a atitude do Alexandre. Mas como o compreendo! Para uma criança - um jovem, vá lá - sentir o cheiro do que lhe parecia ser de muito bom sabor, e não poder apreciar... devia ser uma verdadeira tortura. Tenho muita pena que não tenha conseguidoo "encher a barriga" com a fartura, que se foi perdendo pelo caminho...
Aqui onde vivo há farturas nos dias de eleições. É inevitável! Perto do portão da Escola onde vamos votar lá está a barraquinha. É claro que não resistimos. Como é só em dias de eleições... o colesterol não se queixa :)
Belas recordações, amigo.

Boa semana. Beijinhos

Zé do Cão disse...

Mariazita

Não sei porquê, tenho cá uma fé que quando houver a grave geral em Novembro, também vai haver farturas.
E tanto assim, que pelo não o governo já tratou de comprar carros anti-motins e bombas de Carnaval e viseiras novas, bem como bastões mais compridos. Iso é o País das Farturas.
O meu Amigo Alex, é bem divertido e quanto já me tenho rido com ele à custa dessa cena. O fulaninho das farturas é que não achou graça à brincadeira, até porque tinha clientes à espera, mas estes também riram a bom rir. Se o Alex tivesse caído da árvore, aí é que era o problema, seria pior do que o João Ratão.

Bj, querida amiga

Magia da Inês disse...

Olá, amigo Zé!
Dessa vez não rachei o bico de tanto rir... fiquei com uma peninha do Alexandre... que não teve fartura... mas teve agrura...
coitado, né Zé?...
Beijinhos para você e lembranças ao Alexandre...
Itabira
Brasil

Teté disse...

Farturinhas, bem bom! :)

Mas coitado do Alex, é triste ser criança e ficar apenas a comer com os olhos, enquanto os outros saciam a sua gulodice. Esse "roubo" tem desculpa...

Já quanto aos recadinhos da professora, pois, ainda não se usavam na altura, através do método prático da reguada na hora certa. Ou da ponteirada, que a minha professora também tinha um - ou, melhor dizendo, vários, porque partia uns 3 por ano em cima das nossas cabeças... UI! :)

Jinhos, Zé do Canito!

Zé do Cão disse...

Magia da Inês
Bem a coisa vista sem sorriso, efectivamente não tem graça, mas nos leva a ver o lado pobre e o lado certo.
Todavia, visto por mim, que a vi e gozei, ao longo destes anos todos tenho dado boas gargalhadas à sua custa.
Outras aventuras do Zé aparecerão aqui com mais sol radiante.
Hoje mesmo vou dar as lembranças ao Alex, tal como pede.

jokitas

Zé do Cão disse...

Teté
É realmente triste. Todos nós, quando crianças sabemos quanto isto custa.
Os recadinhos das professoras, nunca fizeram mal a ninguém e saírem dessas escolas grandes "sabões".
Agora, o que se vê é calças a cair e cu à mostra, boné para o lado a demonstrar o seu lado de "rufiagem" agressões às/aos "prófes" e no fim do ano tudo passa e fazem contagem pelos dedos das mãos.

Ao que chegas-te PORTUGAL..


Jinhos grande amiga

Parisiense disse...

Não conheci esses tempos.....mas já ouvi contar muitas historias dessas.....e é mesmo uma infelicidade quando consta querer comer e não ter.

Já me aconteceu dar bolos a garotos que olhavam para eles nas montras das pastelarias.....e não lhes dar dinheiro (que seria para os pais se irem embebedar).

Mas belos tempos em que essas historias aconteciam em cada esquina, ou festa....ahahah

Beijokitas

Zé do Cão disse...

Minha amiga. Naqueles tempos havia pouco dinheiro. Exemplo, reportando-me à minha família. Eu era tão teso como o Alex e todos os outros amigos da aldeia. Todavia os meus pais eram considerados pelos valores que tinham (refiro-me 3 enormes quintas, fazendo dele um conceituado agricultor, valores sim "cheta" não. Eu só tive um irmão, (tive e tenho, ainda mais velho do que eu «já está cheio de caruncho»),mas os meus avós, parte do pai tinham 17 filhos e da parte da mãe 18. Estes faziam parte da sua riqueza. Era normal ver-se miúdos de pé descalço, felizmente nunca andei.
A Comparação é impossível de fazer,eram épocas completamente diferentes, todas elas belas e cheia de encantos e desencantos como agora.

beijokitas

Rei da Lã disse...

:))

Zé do Cão disse...

Rei

Um grande abraço
Quando navega a Naviarra?

abraço

São disse...

Meu amigo , só para te desejar um feliz domingo... e silêncio sobre o maldito Orçamento, de que ninguém pode ouvir falar mais!

Uma noite serena.

Zé do Cão disse...

São
Já não podemos ouvir falar, mas que não nos sai dos ouvidos. Com ou sem ele, estamos à beira do abismo. A grande maioria da população portuguesa nem calcula a desgraça que se aproxima.
Ao que chegamos... também culpa nossa? Já nem sei o que dizer.
noite serena, obrigado e igualmente. Só mesmo a dormir...minha amiga

Rei da Lã disse...

Não me chibes, Zé...

;)

Abraço. Fica bem.

Zé do Cão disse...

Rei

Custou, pensei, pensei e acabei por compreender.
Sabes, Rei sou do tempo da Ditadura.


Um grande abraço

Mariazita disse...

Bom dia, caro Zé
Claro que, para um amigo especial, só um autógrafo especial... qual é a dúvida???
Fico te aguardando, e desde já agradeço a tua presença.

Boa semana. Beijocas

Zé do Cão disse...

Mariazita.
Agradecer o quê.

É com muito gosto...
beijocas

Andre Moa disse...

Ó festas da nossa aldeia,
com pirolito e farturas!
Não me saís da ideia,
bem fritas em mil agruras.

Tudo o que trazemos da infância cheira e sabe muito bem, não é, amigo Zé? Principalmente nestas idades em que os fritos nos são totalmente proibidos.
Abraço
André Moa

Mariazita disse...

Por sugestão de um querido amigo fiz um selinho, à imagem do convite, para comemorar este evento, que coloquei em A MINHA COLECÇÃO DE SELOS
Gostaria muito que o trouxesse para o seu blog.
Obrigada.
Beijinhos

Zé do Cão disse...

André Moa

Meu caro amigo. Farturas e pirolitos, daqueles com a bolinha lá dentro, que saudades... da laranjada que até nos picava o nariz.

O meu grande abraço...

Zé do Cão disse...

Mariazita

Eu gostava de colaborar... Mas só o poderia fazer se percebesse alguma coisa desta maquina infernal, que pouco me obedece e ás vezes até me dá gana de pregar com ela contra uma parede.
Mas uma atitude destas, deitava-me o bolso abaixo e a seguir era capaz de ir pedir ao «Sotráques» para me dar um Magalhães.
Presumivelmente dizia-me que não, já que o Hugo comprou todos para levar para a Venezuela.

jinhos

São disse...

Meu querido amigo, obrigadaissima pelo amável convite para transporte.

É que eu até necessito de boleia. Mas depende de onde mores, para te não causar muito transtorno.

SE for possível , marcarás um ponto de encontro e eu lá irei ter.

Se for de transportes públicos tenho que ir de barco do Barreiro para LIsboa e de Lisboa para Almada e aí terei que ver como vou até ao Feijó.


Um abraço muito grande.

Zé do Cão disse...

São
Já passei lá pelo cantinho a dizer onde moro.
Depois mais pertinho, acertamos.
abraço

laura disse...

A Luisinha falou contigo no resteas, pois já almoçaram duas x e ela pensa que te esqueceste dela..andor...

beijinho, laura

Zé do Cão disse...

Laurinha

confesso, juro que não recordo, ou de outra maneira não lembro.
Peço muita desculpa. Será que já não gravo recordações?

jinhos para as duas
E se houvesse um convívio em Palmela?
lanceio a escada....

Laura disse...

O Osvaldo vai enviar fotos para reavivar a tua memória..ai ai ai ela não é um rosto a esquecer..

Os 3 castelos era uma delicia, se o tempo amainar, deixa ver, se o Osvaldo cá vier (combina com ele também, seria lindo, de novo todos juntos...
Um beijinho da laura vou enviar-te uma foto...

Zé do Cão disse...

Que dirá o Kim ?

bj.

Laura disse...

O Kim o que dirá? ajhhhh ele diz sempre que simmmmmmmmmmmmmmmmmmm...

Não achas que as farturas estão com bolor? hum...

Bom sábado recolhido no lar, a chuva cai e sabe bem estar em casa,,

um xi apertadinho da nina laura

Zé do Cão disse...

Laurinha

Ficar em casa? Eu sei lá o que é isso.
Vou enviar-te via mail, uma foto, para ver por onde andei esta semana.

jokitas

Cusca Endiabrada disse...

ihihihihihihih

Sabem, por que tou a rir? (como se fosse preciso motivo ihihihi)

Tou a imaginar o Zé do Canito de bibe branco ihihihihihihih


dentadinhas

Pascoalita disse...

Hummm adoro farturas :)*

Tadito do Alexandre. Mas antes ficar "augado" do que ter caído no caldeirão eheheh