1.3.10

O velório

Reconheço que alguns dos meus contos parecem irreais. Todavia, são mesmo verdadeiros…
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No sentido de ajudar os amigos que visitam este blogue, convido-os a fazer primeiramente a leitura do meu conto de Onze de Fevereiro de Dois mil e Oito, denominado “Préstimos à Disposição”, em virtude de alguns intervenientes serem os mesmos e haver alguma ligação entre aquele e este conto.
Poucos anos mais tarde, o pai do moço acidentado, que esteve entre a vida e a morte por inalação de gás queimado, sofreu um rude golpe com o falecimento de seu progenitor.
A empresa parou a actividade durante dois dias, a consternação foi geral e as honras fúnebres nos tempos mais próximos mereceram comentários pela sua opulência, tendo até o carro de transporte sido puxado por um “gato-pingado” e outro atrás a empurrar, vestidos à “maneira como mandava a sapatilha” da época.
As casas mortuárias, pelos menos nas aldeias, ainda não estavam na moda e portanto o velório foi feito em casa do defunto. O operariado, os encarregados e os amigos dos amigos dos patrões acorreram em massa e encheram a bandeja com cartões de condolências que a agência funerária colocou à disposição sobre uma pequena mesa para o efeito. E nem o “Bolota” faltou à chamada, não obstante estar sentido pelo desemprego que lhe bateu à porta, por ser altruísta e amigo de servir bem. É que, com a mudança da vereação, a Câmara Municipal convidou-o a recuperar o emprego, pois não são todos os dias que se arranja tão exemplar serviçal.
O caixote de madeira de mogno, com pegas e o Cristo pregado na cruz reluziam. Os paramentos pendurados nas paredes e duas velas em castiçais de prata junto aos pés do defunto, aliado ao profissionalismo da carpideira que quando alguém se aproximava da viuva e lhe dava os sentidos pêsames, chorava um pouco mais alto e referenciava a pouca sorte que tinha batida àquela porta, prestavam ao acto a solenidade conveniente. Em toda a volta daquele quarto, encostadas às paredes, havia cadeiras todas ocupadas por mulheres vestidas de preto e com lenços da mesma cor na cabeça.
Houve no entanto uma coisa que me despertou a atenção, por estranha, e cheguei mesmo a comentar com o “Maneças”. É que a viúva encontrava-se junto à cabeceira do defunto, com uma saia preta rodada, sentada numa cadeira de madeira, mas mais baixa do que as outras.
Enfim, disse eu. Talvez se encontre melhor instalada daquele modo. As horas foram passando e entraram pela noite dentro.
Os presentes começaram a debandar e o filho prontificou-se a ficar ali a noite a acompanhar a mãe, dado não fazer menção de sair da mesma posição. Esta descansou-o, dizendo que toda a gente se ia embora e ela ficava sozinha, não tinha medo porque o defunto não lhe fazia qualquer mal, pois tinha sido sempre um bom marido e não seria agora depois de morto…
Que não, ou ela se ia deitar e descansar ou ele ficava mesmo, a fazer-lhe companhia.
- Olha, filho. Estou muito bem, vai para a tua casa descansadinho da vida, porque eu cá me arranjarei. Nem fazes ideia de como estou bem, nem sabes onde estou sentada e o que faço. Estou aqui muito bem sentadinha na cadeirinha do penico
O Maneças saiu porta fora e nem soube como foi possível aguentar a risada.
O Zé conseguiu-o e guardou todos estes anos o segredo, pois tinha a certeza de que nem o morto batia com a língua nos dentes.

46 comentários:

Maria disse...

Até que enfim vem uma das tuas histórias animar as hostes. E que história! Foi um raio de luz neste dia escuro. Coitada da mulher era previdente. Ali sentadinha, só lhe faltava uma garrafita de Moscatel e umas bolachas para o conforto ser total. O marido estava morto, mas ela não era parva nenhuma. Sofrer sim, mas com conforto.
Beijinho amigo
Maria

Osvaldo disse...

Caro amigo Zé;

Isso é que era viúva inteligente... prestava homenagem ao defunto marido sentado num trono e chorando por onde mais sentia saudades!...

Ahhh,... já não há viúvas destas!.

Um abraço,
Osvaldo

Pascoalita disse...

ahahahahahahahah ahahahahahahahahah

Essa viúva levou à risca aquele ditado "A viúva rica: com um olho chora e, com o outro, repica"

Mas que cadeirinha confortável! Acho que não será má ideia comprar uma. Nunca se sabe quando pode fazer falta eheheheh

jinhos

Cusca Endiabrada disse...

Caramba!

Pelo teu comentário no post anterior e lendo agora esta história, parece que houve transmissão de pensamento ...

Quer-me parecer que passaste, em pensamento, os últimos momentos com o teu AMIGO Bolota...

O meu avô dizia sempre: Nada acontece por acaso

dentadinhas ternas da Amiga Cusca

Mariazita disse...

Estava a ler esta tua história, que tem um fim hilariante, e a pensar porque é que a cadeira da viúva era mais baixa do que as outras.
Mulher previdente estava ali!!!
Mais tarde poderia afirmar, com verdade, que nem um minuto arredara pé do defunto!
Ai, amor, a quanto obrigas :)))))))))))))

Boa semana.

BeijOOOcas
Mariazita

Zé do Cão disse...

Maria.
Viuva rija pela certa.
Mas também previdente

beijocas

Zé do Cão disse...

Osvaldo

Também acho que não.
O Bolota, já que não enterrou o neto, foi-se ais avós.

Um abraço

Zé do Cão disse...

Pascoalita.

Coisas destas nem em Trancoso, meu Deus.

Nunca me passou pela cabeça que ela estivesse ali, na cagança.


Biquinhos

Zé do Cão disse...

Cusquinha.

Vê só, que coisa. Estaria a pensar em quê o raio da velha?


biquinhos

Zé do Cão disse...

Mariazita
Sem duvida, esteve sempre ao pé do defunto, seu marido e senhor.
beijokitas

Cusca Endiabrada disse...

Buáááááááááá

Parece que meti água! Ando muito lerdinha de raciocínio ihihih

Vê lá que imaginei que desta vez, o ajudante de coveiro tinha virando defundo!

E olha que já me preparava para passar na florista para levar um ramo de flores ao BOLOTA quando uma luzinha se acendeu na minha carola ihihih

Acho que desta vez o curto-circuito foi mesmo grave ... afectou os fusiveis todos ihihih

dentadinha

Helena Teixeira disse...

Ai as viúvas já não sao de se fiar,lol..ela queria era uma revista para ler ou um bom livro :) Está boa a história,tá tá :p

Jocas gordas
Lena

Ah,menino Zé do Cão,este mês, a blogagem de Março da Aldeia dedica um tributo ao dia do Pai.Daí o tema é: Onde cresceu o meu pai.Se quiser participar,já sabe: texto de 25 linhas e 1 foto para aminhaldeia@sapo.pt até dia 8/03.

Boa semana

Zé do Cão disse...

cusquinha

Perfcebi que estavas enganada, mas não quis que tivesses preocupações.

Biquinhos

Zé do Cão disse...

Helena Teixeira.

Ando numa roda viva e nem sei para onde me virar.

Tenho enfermos na família e as publicações que tenho feito, estavam prontos à muito.
Jinhos
mas fico contente por se lembrares de mim

Laura disse...

Ai zezito vinha eu ver ot eu amigo de novo e reparo que há postagem diferente, mas, caramba, a senhora só estava sentada porque nem precisava do penico é que há um ditado que diz; chora que mijas menos, logo!...
beijinho da laura com saudade de ti.
(a neide já foi ontem para N.York)

Rei da Lã disse...

Uma cadeira digna do Salazar!

Zé do Cão disse...

Laura

Mesmo agora partiu e já estás triste, não é?

Fica feliz por ela

jinhos

Zé do Cão disse...

Rei da lã


Pois é, amigo.

Há que faça em pé, esta fazia sentada.

abraço

Kim disse...

Antigamente havia estas "regalias" e as mulheres não eram consideradas depravadas por tal feito. Andar sem cuecas era um acto bem generalizado entre as velhotas.
E se havia locais onde as pessoas não se importavam de passar muito tempo, esse trono era um deles. Assim a dor era menor.
Nesta caso havia ainda a avntagem do morto não ter cheiro.
grande abraço Zé!

Zé do Cão disse...

Kim

Tudo bem,mas esse antigamente foi só há 44 anos.
Não era um tempo assim tão atrasado.
Não era o tempo em que as mulheres de peito grande usavam dois chapéus de chuva abertos.

Abraço

Parisiense disse...

Adorei a história.....e historia deste género nestas pequenas aldeias há-as aos molhos.

Cada um(a) sabe de si....hihihihihi

Beijokitas

Dad disse...

Muito gira a sua história verdadeira.
Beijinho,

DAD disse...

Sim conhecemo-nos do almoço na Parede. Fui eu que organizei o almoço para o André Moa e amigos e nós ficámos juntos. O livro do "espirito das águas" é meu e do Moa. Levei comigo a minha irmã Benvinda do Blog da fotógrafa.

Beijinhos e gostei de saber de si!

Andre Moa disse...

Amigo Zé,
deu-me um rebate canino, bateram-me as saudades no peito e vim até aqui cumprimentar o meu amigo e espairecer um pouco. E valeu bem a pena. Vou estar mais atento a este seu cantinho. Nem que seja sentado no vaso da noite.
A despropósito: o Zé é de Setúbal, se a memória não me falha, não é? Se sim, permita lhe pergunte: conhece o livreiro da Livrria Culset?
Um abraço.
André Moa

Zé do Cão disse...

Parisiense
Adoro conhecer historias da vida simples do povo.
"Aqui vai uma"
Minha avó, velhinha vestidinha de preto, lenço na cabeça, vivia na sua casinha terrea, cujo pavimento na cozinha com porta para o quintal e chão de barro, lavado e barrado todas as semanas, tinha um forno onde fazia pão, cuja traseira "amarrecada" ficava ao lado dessa referida porta. Junto à "marreca" havia sempre um molho de vides, que meu avô, meu pai e seus irmãos traziam da quinta para acender o lume e aquecer o forno.
Tantas vezes de noite, de manhã e à tarde deitei-lhe mijadelas em cima. Aquele prazer supremo de mijar e sentirmos o alivio de sentir a bexiga vazia. A avô Maria, bem me ralhava diariamente e eu a olhar para ela de pilinha feita, mijando, mijando, até que,
ao sentir a camisola encharcada acordava e ficava atrapalhada com medo de algum açoite que mãe Julia me daria, pois a urina depois de repassar o colchão já chegava ao soalho de tábuas de madeira amareladas do sabão daquela cor.
Historia verdadeira, contada exclusivamente para a minha amiga Parisiense. Beijinhos

Zé do Cão disse...

Dad
Eu é que agradeço. A mana, foi uma coisa boa que me calhau ao lado. Afinal eu já era um seu especial visitante ao seu blogue.
Foram uma horas que se tornaram rápidas, rápidas e ao passar pela maquina cerebral em filme mental, não passaram de segundos.
Até Breve, noutro encontro, se Deus me deixar.
Jinhos

Zé do Cão disse...

Meu caro SR. MOA
Não costumo ser envergonhado, mas tenho por si uma simpatia especial, sem me atrever a comentar no seu blogue. Adivinhava-me o "mindinho" que era um homem muito especial. Fiquei com pena e pesaroso do nosso contacto não ter passado de um curto cumprimento, dado que não queria quebrar o encantamento de todos à sua volta.
Deliciei-me com as suas declamações e ao saber do seu estado de saúde, mais admirei a sua personalidade.
Apeteceu-me, como "puto" de tenra idade que sou, meter a mão ao bolso da minha gabardina e retirar um carrinho de bombeiros que meu pai me tinha dado naquela manhã, chegar-me a si, "puto" como eu, presumivelmente de idade muito aproximada, timidamente puxar-lhe a aba do casaco e meter-nos debaixo da mesa a conversar e brincarmos os dois. Ficava assim cimentada os laços de amizade que iriam manterem-se pela vida fora.
A partir daí, o nosso tratamento era o tu lá o tu cá e os nossos sentimentos ficavam ligados e sei lá o que diriamos um ao outro e que historias de vida teriamos para contar.
Proponho, se me permite, que jamais o Sr. ou o você seja escrito
sempre que tenhamos algo a dizer, comentar e falar.

Nasci no Distrito de Setúbal, numa
pequena terra, que tem o mesmo tamanho e outrora mas que a politica elevou a Cidade, banhada pelo Tejo (de água salgada)
numa Baia que quando cheia é lindíssima. Durante muitos, muitos anos, calcorreei o Mundo, trabalhei em muitas empresas, até que dei o nó e continuei a vaguear
pelo Portugal Conhecido, do Sul ao Norte, Galiza e regresso outra vez quase às origens.
Não vivo em Setúbal, mas sim no seu Concelho, mais propriamente a 12 km, no sopé da Serra da Arrábida, numa aldeia de tradições ligada ao crime contra D. José e ao assassinato dos Tavoras e seus companheiros, onde existem adegas famosas de vinhos também famosos, como Quinta da Bacalhoa, o João Pires, a Piriquita, os queijos de Azeitão, as tortas do mesmo nome, os bolinhos do cego, o Moscatel de Setúbal, enfim as coisas boas da vida.
Não conheço o livreiro, mas estarei disponível para o que for necessário. « Às suas Ordens - El Comandante» homenagem à sua Boina.
O maior Abraço do Mundo, meu amigo

ZezinhoMota disse...

Amigo Zé!

Gosto das suas histórias, verdadeiras ou não...

Um abraço.

ZezinhoMota

"A Poesia do Zezinho - http://zezinhomota.blogspot.com"

fotógrafa disse...

Ó Zé, mas olha que o "Pitó" era mesmo janota...rsrsrs
Obrigada, querido amigo pelas visitas pelo meu apartamento de veraneio, e que tem estado um bocado abandonado,porque a inspiração anda hibernada, mas acho que com o aproximar da primavera, há-de haver alguns vasos que vão florescer, e irei começar a blogar mais amiude...
Um abraço amigo

Zé do Cão disse...

Zezinhomota
Olha olha, eu fazer ficção a velar um morto. Havia de ser giro.
Pois meu amigo, muitas das vezes troco as localidades e os nomes dos "safados",isso sim. Mas elas as historias são mesmos verdadeiras.
Um abraço

Zé do Cão disse...

Fotografao.

Vá um sorriso! Uma posição mais conveniente e ela a fotografia vem toda fotogénica.
Jinhos

Laura disse...

Zezito, como fiquei feliz ao ler-vos aos dois, Moa e tu, ah, que lindo, podes crer que o Moa se metia debaixo da mesa e brincavam com a camioneta dos bombeiros os berlindes, o que fosse, o Moa é um menino na alma, tal como tu...

Hoje venho pedir que passes no resteas, apenas para poderes rir desbravado com a lenga lenga da laura, que quando lhe dá, sabe escrever umas azelhices mas, é dia de pecar... Beijinho e abraço apertadinho da laura

Pascoalita disse...

Vim matar saudades e pedir desculpa pela ausência. Imagina que afgora me dediquei à agricultura! E passei o fim-de-semana ocupadérrima a cuidar de 3 "quintas" (a minha, a quinta da nina africana e da cusca endiabrada (a cabrita pendurou-se em mim e foi namorar).
O FaceBook é fixe! Bota lá comprar um pedaço de terreno e vem ser meu VIZINHO, tá? Vou mandar-te um convite ahahahah
Hoje já colhi:
- O feijão verde, cavei a terra e semeei abóboras, na horta da nina africana;
- Recolhi os ovos das minhas galinhas, mugi 2 ovelhas, escovei o gato, dei palha ao burro, colhi as abóboras, cavei e semeei de novo a terra e apanhei os morangos, na minha horta;
- Fertilizei a horta da Cusca, onde ontem semeei rabanetes e de caminho visitei mais 3 ou 4 vizinhos e pus fertilizante nos seus campos, dei milho às galinhas;
- Mais logo tenho as abóboras da africana para apanhar e talvez semeie beringelas.
Ah! E tenho de passar no mercado e comprar um espantalho e mais 2 cancelas para vedar a minha quinta ehehehh

Nino, adorei o bate-papo com o Moa :)*

Um feliz Domingo para ti

Um xi-coração apertadinho

Zé do Cão disse...

Laura

jinhos, jinhos

Zé do Cão disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Zé do Cão disse...

Pascoalita

obrigado.
Venho de casa de um amigo que andou a plantar morangos e apanhar espargos. Virtual evidentemente.

Quanto ao Moa, não sei se ele gostou, ainda não disse nada.
biquinhos

Andre Moa disse...

Deixa-me sonhar, ó Zé!
Estou a brincar contigo,
ambos putos, pois não é?
Tu amigo e eu amigo.

Aceito o teu presente,
obrigado pelo carrinho.
Deixaste-me tão contente!
Mas que prova de carinho!

Não era para pedir nada, amigo Zé. É que o livreiro de que te falei é um grande amigo meu. E tinha graça, se vos conhecêsseis.Nada mais.

Pacto firmado; tu cá, tu lá, amigos do peito. Tá?
Um grande abraço
André Moa

Zé do Cão disse...

Tive uma semana de felicidade.

a meio, uma oferta vinda da Galiza, a perpetuar grande amizade...

a fim, a confirmação de uma nova amizade, mais do que especial.

Um abraço

Rei da Lã disse...

Estou cheio de sede!

Zé do Cão disse...

Rei

Também eu.
Espero ainda este mês matar a sede na tua companhia.

Um abraço

São disse...

Já estava com saudades tuas e das tuas estórias, lindo.

Sabes que me faz uma certa confusão as pessoas não fazerem luto?

Fui à Madeira, com o tipo com quem fui casada treze anos e pai do meu filho, no Verão de 1975...e enquanto estiver lá Alberto João e me recordar da maneira como tratavam os continentais não regresso, nem que me paguem a viagem!

Um abraço.

Zé do Cão disse...

São

Pois, pois CUBANA O Zé viveu lá 8 meses, no Maxico.
Para lá fui de barco e para cá no carregueiro das bananas. E foi por favor, que vim. Não andava de avião, até que um dia à força levaram-me de avioneta até Madrid, num aparelho mascarrado que se fartava. Perguntei onde era o meu lugar e a hospedeira, olhou para mim e respondeu. Sente-se onde quiser. Ia-me borrando todo.
Dava outra historia
No regresso voltei no mesmo bolinhas e a partir daí deixei de ter medo dos pássaros de ferro.
Jinhos e as melhoras já sem o pingo no nariz

Mariazita disse...

Amigo Zé
Venho só deixar um abracinho de fim de semana.
Vou logo para Évora e regresso no Domingo à noitinha. Mas deixo programado o post para amanhã, domingo, para a "Casa".

Bom fim de semana.

BeijOOOcas
Mariazita

Zé do Cão disse...

Mariazita

Bom fim de semana por terras alentejanas.
Que seja feita uma visita ao templo de Diana, tomar um café na Praça do Giraldo e um bolinho no estabelecimento do meu amigo Helder, que não vejo à uns anos,mesmo juntinho a essa mesma Praça, bem como um olhinho à casa dos ossos.
Jinhos e prometo tomar conta da casa, chamando a policia se sentir que alguém a quer assaltar.

Pascoalita disse...

Bom diaaaaaaaaaa Zezito :)*

Finalmente fomos contemplados com uns raios de sol! Acho que este fim de semana ninguém ficou em casa eheheh

Eu aproveitei para ir apanhar o ar do mar (Guincho).

Pena não poder aproveitar mais um pouco, pois já estou de volta ao meu PT :(

Passo para rever este cantinho, deixar um hello.

jinho grande

Zé do Cão disse...

Pascoalita

Ora até que enfim. Fiquei a saber que trabalhas na PT

Também recebes a taluda todos os meses,como os Boys?

jinhos